Especial 7 em 1

Na estréia do novo quadro, sete pessoas e suas opiniões sobre como seria o 11/09/01 nos dias de hoje.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Nenhuma marca quer um cliente insatisfeito. Ainda mais nas redes sociais.

 Você não gosta de um produto ou serviço prestado e reclama numa rede social. Em instantes, um representante da empresa entra em contato com você, por ali mesmo, e pergunta “o que foi que houve?”, ou então, “no que podemos ajudar?”. Essa agilidade no atendimento e o impacto que sua critica parece causar naquela empresa ou marca, impressiona. Naturalmente, ninguém quer um cliente insatisfeito ou nervoso, queimando o filme da sua marca em redes sociais, mas, da forma como é feito, faz com que o cliente se sinta mais do que um mero número para a organização que ele ataca. Eu tive um caso parecido esse ano com o Bradesco. Fiquei insatisfeito com alguns serviços deles e tweetei apenas isso: “Eu odeio o Bradesco”. Em questão de minutos, o canal de relacionamento deles veio me perguntar o que havia ocorrido e o que poderiam fazer para me ajudar.  Isso não é uma exclusividade do Bradesco, ou só das instituições financeiras não.
 O fato é que, uma critica que chame a atenção, pode causar um enorme estrago na imagem de uma marca. Mas o que vai definir o tamanho desse buraco criado pela insatisfação do consumidor com as empresas, é a forma com que elas administram essas criticas. Ignorar o cliente, nunca é uma boa ação. Isso só vai causar mais criticas mais insatisfação, e dependendo do cliente, aquela critica pode se tornar uma bomba de destruição em massa.
 “Ah, mas as grandes corporações sabem como lidar com isso”. Errado. Nem todas elas sabem. Como toda essa história da publicidade em redes sociais ainda está no início, muitas estão custando a aprender. E cometem o erro mais infantil do mundo dos negócios. Ignorar seus clientes.
 Faça um teste com suas marcas favoritas. Veja como elas se comportam com sua critica, seu elogio ou sua sugestão, e veja se você é tão importante para essa empresa quanto o produto dela para os consumidores. 

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

2011 - O ano da vitória

 Todo final de ano é a mesma coisa. Panetones, árvores de natal, Papai Noel, Simone cantando “Então é Natal”, décimo terceiro, especial do Roberto Carlos na Globo. Porém, em todos os anos, nós involuntariamente sonhamos, afinal, muitas vezes nos pegamos pensando, “Ah, ano que vem eu quero um carro, uma casa, um novo emprego”.  O ser humano é motivado por seus sonhos e pelo desafio que é realizar um sonho, porém, esse "discurso natalino", grande parte das vezes é adormecido e só relembrado no fim do ano seguinte.
 Porém, para muitas outras pessoas, esses sonhos, objetivos e metas resistem ao passar do tempo e viram histórias de superação e força nos anos seguintes. Esses vencedores lutam, apanham, se esforçam e por pior que esteja a situação, não desistem.
 Mas afinal, o que nos faz vencedores? Simples. Os nossos sonhos. Basta você realiza-los. Transformar sonhos em metas, percorrer longas distancias para chegar a algo ou alguém. Não terminamos 2010, mas começo esse meu primeiro blog com um objetivo. Que 2011 seja o ano da nossa vitória.  Não só minha não, mas incluo você nesse pensamento.
 Vamos mudar, surpreender, sorrir, ganhar. Vamos ser felizes. Atingindo nossas metas, concretizando nossos sonhos. Quantas pessoas conseguiram superar barreiras, quebrar paradigmas, mudar suas vidas. Não somos piores que eles. Basta apenas uma oportunidade. Então se de essa oportunidade. Planeje, reflita, lute, conquiste.
 Vamos fazer de 2011, um ano de sucesso para nós.

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