Um modelo de sucesso vem chamando a atenção dos dirigentes palmeirenses na busca de receitas, com a futura Arena Palestra. Trata-se da venda dos naming rights (direitos de nomear um empreendimento) do moderno estádio alviverde, com previsão de abertura para 2013. Essa prática que já ocorre mundo a fora, tem sido o foco da diretoria do verdão. A ideia é que a futura parceira associe sua marca ao nome da arena por 07 anos. A favorita para sacramentar o negócio é a empresa aérea Emirates, que já possui um estádio em seu nome na Europa, o Emirates Stadium, estádio do time inglês Arsenal. Segundo informações da imprensa palestrina, o acordo deve ser discutido em um conselho do clube hoje, e caso sacramentado o acordo, o presidente do Palmeiras, Arnaldo Tirone, deve viajar ao Oriente Médio para acertar o contrato.
Os valores, segundo algumas fontes palestrinas, girariam em torno dos R$ 70 milhões. No caso do Arsenal, a empresa fechou a venda dos naming rights por 100 milhões de libras, cerca de R$ 270 milhões por um contrato de 14 anos. A venda dos direitos de nomeação de estádios é muito comum em todo planeta. Além do inglês Emirates Stadium, os alemães HSH Nordbank e Allianz Arena são alguns exemplos desse tipo de negócio no futebol. No Brasil, o pioneiro nessa pratica foi o Atlético-PR com sua Kyocera Arena, mas encontramos exemplos em outros ramos, como nos casos do HSBC Arena e Credicard Hall, na área do entretenimento.












