Enquanto não cessam as acusações de corrupção na Fifa, aumenta o número de patrocinadores da entidade máxima do futebol mundial que revelam publicamente a preocupação com a extensão do escândalo. Tudo começou com a Adidas. Em seguida, foi a vez de a Coca-Cola lamentar e condenar a natureza das alegações. Na última terça, a Visa e a Emirates Airlines engrossaram o coro dos descontentes.Em comunicado oficial, a Coca-Cola afirmou que “as acusações feitas são prejudiciais e ruins para o esporte”. A empresa disse ainda esperar que a Fifa “resolva a situação de maneira adequada e definitiva”.
O posicionamento da Coca-Cola segue a linha da Adidas. A fabricante de materiais esportivos considerou, em informe oficial, que "os termos negativos do debate público não são bons para o futebol, nem para Fifa ou seus parceiros”.
Ambas as marcas começaram a patrocinar os mundiais da Fifa ainda nos anos 70: a Adidas, desde a Copa do México, em 1970; a Coca-Cola, desde a Copa da Argentina, em 1978.
Nesta terça-feira, a Emirates Airlines e a Visa também se manifestaram a respeito do escândalo na Fifa.
A empresa aérea afirmou estar “desapontada com as questões que atualmente cercam a administração do futebol”.
No documento, a companhia ressalta o seu desejo em ver os problemas solucionados o mais rapidamente possível, “com soluções que sejam do interesse da modalidade e do esporte em geral”. Já a administradora de cartões reforça a preocupação com a imagem do esporte e solicita à Fifa que “tome todas as medidas necessárias para resolver as preocupações que têm criado".
Ao longo das últimas duas semanas, os dois candidatos à presidência da Fifa, o suíço Joseph Blatter e o catariano Mohammed Hammam, estiveram envolvidos em acusações de corrupção e suborno, que teriam acontecido durante o processo de escolha das sedes para as Copas do Mundo de 2018 e 2022. Posteriormente, Hammam retirou a sua candidatura do pleito e Joseph Blatter foi reeleito novamente.
Ambas as marcas começaram a patrocinar os mundiais da Fifa ainda nos anos 70: a Adidas, desde a Copa do México, em 1970; a Coca-Cola, desde a Copa da Argentina, em 1978.
Nesta terça-feira, a Emirates Airlines e a Visa também se manifestaram a respeito do escândalo na Fifa.
A empresa aérea afirmou estar “desapontada com as questões que atualmente cercam a administração do futebol”.
No documento, a companhia ressalta o seu desejo em ver os problemas solucionados o mais rapidamente possível, “com soluções que sejam do interesse da modalidade e do esporte em geral”. Já a administradora de cartões reforça a preocupação com a imagem do esporte e solicita à Fifa que “tome todas as medidas necessárias para resolver as preocupações que têm criado".
Ao longo das últimas duas semanas, os dois candidatos à presidência da Fifa, o suíço Joseph Blatter e o catariano Mohammed Hammam, estiveram envolvidos em acusações de corrupção e suborno, que teriam acontecido durante o processo de escolha das sedes para as Copas do Mundo de 2018 e 2022. Posteriormente, Hammam retirou a sua candidatura do pleito e Joseph Blatter foi reeleito novamente.
Informações via Meio e Mensagem.











